A Confraria do Sameiro vai realizar uma Vigília de Oração pela Paz, na próxima sexta-feira, dia 4 de março, a partir das 21h15, que começa junto à estátua de São João Paulo II.

CONCENTRAÇÃO:
Junto à estátua de São João Paulo II

INTENÇÕES:
1) Suplicar a Deus pela PAZ na Ucrânia.
Que a Rainha da Paz, interceda pela Ucrânia, pela Europa e pelo mundo inteiro.
2) Para que o Senhor nos conceda a CHUVA necessária para os nossos campos e culturas, e para a vida em geral.

“Não fiquemos indiferentes ao sofrimento deste povo irmão! Vamos todos ao Sameiro e, diante do altar da Rainha da Paz, nesta hora de tanta dor, supliquemos-Lhe que nos alcance de junto de Deus estes dons tão urgentes e preciosos – a paz e a água – e que nos ajude a ser construtores de paz, pois onde não há capacidade de perdoar, não há paz”.

A Vigília de Oração pela paz começa com uma procissão de velas, às 21h15, na estátua de São João Paulo II, até à Basílica do Sameiro, e vai ter duas intenções.

Acompanhados pela imagem de Nossa Senhora do Sameiro, “Rainha da Paz”, os presentes vão recitar o Terço e “suplicar a Deus pela paz na Ucrânia, na Europa e em todo o mundo”, e também para que “o Senhor Deus, que tudo pode”, perante a seca extrema que está a sofrer Portugal, “conceda a chuva necessária para os campos e culturas”.

A Confraria do Sameiro informa ainda que a basílica vai estar “iluminada com as cores da bandeira ucraniana”, como sinal de “comunhão e solidariedade” com o povo da Ucrânia, que “vê tanto sangue derramado, tantas esperanças sepultadas”, mas que conta com este “esforços, pela oração e pela partilha”.

“Perante o drama da guerra, provocada pela invasão da Ucrânia pela Rússia, na qual está também mergulhada a Europa, com consequências mundiais ainda imprevisíveis, mas porque acreditamos que a Paz é um dom de Deus, pedimo-la insistentemente na oração”, indica a Confraria de Nossa Senhora da Conceição do Monte Sameiro.

Mais de 500 mil pessoas deixaram a Ucrânia para se refugiar em vários países vizinhos desde que começou a ofensiva militar russa, na madrugada de 24 de fevereiro, referiu hoje o alto-comissário da ONU para os Refugiados, Filippo Grandi.

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